Estava nesta bela tarde de sábado decidido a fazer o projeto de algumas pequenas modificações no meu amado Blog, principalmente, a inclusão de alguns “plugins” e “widgets” na barra lateral (sidebar) que julgo serem importantes para melhorar a sua apresentação. Era só para escrever no e-mail as mudanças e enviar para o meu webdesign, que após uma viagem de 3 dias, me daria a notícia de que as mudanças já haviam sido feitas….como sempre ocorreu.
Mas, eu tinha de querer me meter a “sabetudo”…..Aí, pensei assim: “…quer saber? Esperar meu webdesign o cacete, vou eu mesmo fazer as mudanças…”. Resultado: mifu! Deu merda! Basta ver o cabeçalho e o fundo que, simplesmente, desapareceram. Pelo menos, isso, eu sei que consigo fazer……
Agora, meus queridos leitores, este aprendiz de blogueiro aqui, vai ter de esperar a volta do webdesign, olhando inconformado para um blog bastante desconfigurado……queiram me desculpar, tá?! A única coisa que posso fazer por vocês agora é oferecer o meu sorriso “amarelo”, como podem ver logo aqui embaixo.

Nunca soube o que é ser vítima de um trote de faculdade. Não sei se, porque dei sorte ou por excesso de zelo. Talvez até, por ter tido a felicidade de usar uma combinação de ambos, o fato é que, em 1985, quando entrei na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), para fazer o meu primeiro curso, engenharia elétrica, consegui me livrar desse abominável, detestável, criminoso e inoportuno “ritual de boas vindas” a que se dá o nome de trote.
cotidiano que dizem respeito, também à ostentação, só que, às avessas. Certa vez, encontrei o motoboy da empresa usando um relógio dourado muito diferente. Aquilo me chamou tanto a atenção, que resolvi dar uma investigada, de leve. Aí travou-se o seguinte diálogo: